Vânia Kosta
Portugal
Nasceu em Braga em 1980 e licenciou-se em Ensino Artístico, na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo em 2004, tendo, no âmbito do projeto Erasmus, frequentado o curso de Arts & Craft na Bergen University College, na Noruega, em 2003. Foi em 2005, com o seu projeto de design e criação de personagens de pano Dedal no Dedo, que assumiu os têxteis como matéria protagonista para as suas criações, passando a viajar pelo país e pelo estrangeiro e habitando diversos lugares e espaços. Desde 2011, com a participação no festival Elementos à Solta na aldeia da Cerdeira, que as suas personagens de pano e as suas esculturas habitam diversos recantos da aldeia, comunicando diretamente com o público presente. Tem realizado e colaborado com diversas intervenções performativas, salientando-se em 2014 o design e concepção têxtil dos bonecos robóticos Meet the Frumbles. Na área do craft design salientam-se os projetos desenvolvidos para a ADXTUR, integrando um grupo de autores/artesãos no sentido de desenvolverem uma linha de objetos de autor no âmbito dos projetos Água Musa (2013) e Agricultura Lusitana (2015). Desde 2015 que, a convite da Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora, descobriu nos têxteis novas potencialidades aplicadas à cenografia e figurinismo, trabalhando desde então para diversas espectáculos, nomeadamente: Descobridores (2015); Robertos (2019) e O meu avó consegue voar (2020).

Exposição Individual Desta Travessia de Fazedora de Personagens de Pano
Braga em Risco | 5ª Edição | 2021

@janelaadentro
DESTA TRAVESSIA DE FAZEDORA DE PERSONAGENS DE PANO
Técnica mista | Tinta da china, lápis de cera, costura e colagem

Uma mostra que resultou de um conjunto de obras em pano, verdadeiras personagens, incluindo até um autorretrato da artista composto pelos materiais que tinha disponíveis, personagens antigas e elementos soltos de explorações passadas.

«Foi através deste universo habitado essencialmente por personagens de pano e esculturas, frequentemente transformadas em pequenos espaços cenográficos, que encontrei uma forma de materializar e manter vivas as minhas memórias e histórias, os meus sonhos e desejos. E deixo à vossa imaginação o caminho da descoberta.» Vânia Kosta