Rachel Caiano
Portugal
Rachel Caiano, artista plástica e ilustradora, com formação em Artes do Palco, tem vindo a desenvolver projetos nas áreas da pintura, cenografia e ilustração. O seu livro Coração de Pássaro obteve uma Menção Especial no prémio de Poesia nos Bologna Ragazzi 2022, na categoria de Poesia. De Umas Coisas Nascem Outras, com texto de João Pedro Mésseder, foi vencedor do Prémio Autores 2017 da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). O livro Pequeno Livro das Coisas recebeu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014, e foi finalista do Prémio Autores – Melhor Livro de Literatura Infanto-Juvenil 2013, da SPA. Tem publicado livros em parceria com Gonçalo M. Tavares, Sandro William Junqueira, Ondjaki, Clara Cunha, entre outros. Muitos dos seus livros integram as listas do Plano Nacional de Leitura. Foi finalista do Prémio Jovens Criadores 2007, e alguns dos seus livros constam no catálogo internacional The White Ravens. Ilustrou mais de 30 livros de diferentes géneros, publicados em Portugal, Brasil, Espanha, Coreia do Sul, França e Angola.

Exposição Individual As Galochas Vermelhas
Braga em Risco | 8ª Edição | 2024

Exposição Individual O Mundo é Redondo
Braga em Risco | 3ª Edição | 2018

@rachelcaiano
rachelcaiano.com
O MUNDO É REDONDO
Técnica mista | Guache sobre papel e digital

As ilustrações do livro O Mundo é Redondo saltaram das páginas e resolveram invadir uma sala do Edifício do Castelo em Braga. Uma exposição para ser percorrida com os olhos, mas também com o corpo. Com ilustrações e desenhos nas paredes, que passaram a habitar o espaço e a ser espaço. Ilustrações que se cansaram de estar fechadas no plano bidimensional do papel e se transformaram em verdadeiros objetos.
AS GALOCHAS VERMELHAS
Técnica mista | Guache sobre papel e digital

A exposição da Rachel Caiano trouxe-nos os vários ensaios e experiências que a ilustradora foi fazendo na construção da narrativa visual da obra homónima. Neste conjunto de esboços, materiais, texturas e estudos de personagens, os seus trabalhos fizeram-nos recordar a importância de uma criança que corre, brinca, voa e cresce para desfrutar da sua liberdade. Uma criança inquieta e curiosa que explora os seus limites assim como a Rachel explora a sua criatividade e fluidez das aguarelas, libertando-as com manchas, texturas e traços imprevisíveis. Nesta exposição, essas aguarelas cheiram a cravos e a melancia. São quentes como a lava e agraciam-nos como papoilas e tulipas. A liberdade pode surgir e florescer, mas não deve ser dada como garantida. Tudo começou neste quintal, com esta menina chamada Mia Flor a correr em casa dos avós, em pleno confinamento da recente pandemia, quando uma criança não podia sair para correr, brincar e ser criança em liberdade.