Exposições

FIGURAS
Camilla Falsini
A exposição apresenta uma seleção panorâmica do trabalho de ilustração da artista nos últimos anos, incluindo projetos, clientes e meios diversos. Os visitantes poderão explorar uma mistura de arte gráfica, peças móveis e banners, todos distinguíveis com cores vibrantes, formas distintivas e padrões impactantes. Esta coleção inclui obras bidimensionais e tridimensionais, algumas de grande escala, criando uma experiência colorida entre matizes saturados, formas arrojadas e padrões originais.
Casa dos Crivos | Piso 2


Duetos ilustrados
Braga 22x22
Este ano os 22 ilustradores são convidados a deixar de olhar para o mundo e a olhar uns para os outros. Organizados em pares ou duetos, a partir das relações amorosas, amistosas, familiares ou profissionais, cada artista ilustra aquele a quem está intimamente ligado e, em simultâneo, entrega-se ao olhar de quem o conhece bem. Nesta exposição, o retrato deixa de ser uma representação e transforma-se numa declaração sobre a relação entre duas pessoas. Ilustrar alguém próximo é revelar a nossa perceção: uma memória partilhada, uma fragilidade, uma admiração ou até uma imperfeição que aprendemos a amar. Esta é uma exposição sobre ligações que não se limita ao que está exposto e se debruça sobre o essencial que não se vê.
Casa dos Crivos | Piso 0

Curadoria: Pedro Seromenho
Ilustradores: Abigail Ascenso, Ana Biscaia, Bárbara R., Catarina Gomes, Eva Evita, Evandro Renan, Fedra Santos, Flávia Bomfim, Hélder Barbosa, Helena Zália, Inês Almeida, Maguma, Marta Madureira, Najla Leroy, Natalina Cóias, Nicholas Carvalho, Paulo Galindro, Pedro Seromenho, Rachel Caiano, Sebastião Peixoto, Soraia Oliveira e Teresa Cortez.

Retrospetivas
Soraia Oliveira
Os trabalhos reunidos nesta exposição são uma pequena coleção dos últimos anos vividos inteiramente através da ilustração: livros, histórias, personagens, cores, experiências e muitas imagens pelo caminho. Para Soraia, ilustrar é uma forma de olhar e de estar no mundo. É observar, experimentar, misturar, descobrir. É pegar numa palavra e transformá-la numa imagem, encontrar a cor de uma história ou juntar coisas que, à partida, não parecem pertencer umas às outras. Acredita que não existe uma única forma de ilustrar, nem uma única maneira de ver o mundo. Há espaço para todas as cores, formas, texturas e possibilidades.
Casa dos Crivos | Piso 0

Oleandras
Ana Biscaia, Liliana Lourenço, Paula Delecave e Rachel Caiano
Uma coleção de narrativas autobiográficas de autoras que usam a imagem como forma primordial de escrita. O crescimento, a constituição de identidade e a procura de um lugar no mundo são temas centrais destas narrativas reais contadas na primeira pessoa. Os 3 primeiros livros inauguram uma coleção de livros-objeto que conjugam grafismo, texto e imagem de forma experimental. A história privada da cultura humana tem sido narrada e transformada em objectos artísticos sobretudo por uma elite que possui as ferramentas e os meios para o fazer. Inspirado no conceito de “escrevivências” criado pela escritora brasileira Conceição Evaristo, esta coleção centra-se na criação de narrativas como método de investigação artística e produção de conhecimento social. Oleandras são resistentes e são políticas.
Casa dos Crivos | Piso 1

Um Punhado de Imagens
Cátia Vidinhas
Uma reunião de diversas ilustrações que a artista criou ao longo de uma década para diferentes livros e onde será possível mergulhar no seu imaginário característico, nas técnicas que utiliza e sobretudo na sua forte ligação com a ideia da beleza da infância, das árvores, das flores e das possibilidades de um céu estrelado.
Casa dos Crivos | Piso 2

Ligações
Mercè Galí
Ligações fala dos vínculos que encontramos entre pessoas, objetos, imagens e ideias, relacionando-se também com a forma como Mercè trabalha enquanto ilustradora. Muitas vezes, um texto, uma viagem, um encontro ou um objeto podem ser o ponto de partida para um livro. Uma coisa leva a outra, e é nesse percurso que aparecem novas imagens e possibilidades. Mercè interessa-se por criar relações entre a realidade e a ficção, entre diferentes técnicas e materiais, entre cores e imagens, e entre as próprias páginas de um livro, e gosta de observar, combinar, experimentar e descobrir para onde estas ligações a levam.
Museu da imagem
CONEXÕES
Paloma Valdivia
Esta exposição reúne o trabalho de Paloma Valdivia, autora, ilustradora
e editora chilena para quem a infância representa um território comum e sagrado: um lugar habitado por todos nós e que devemos proteger. A seleção de imagens entrelaça-se através das conexões e dos afetos: os laços entre as pessoas, a nossa relação com a natureza e as pontes invisíveis entre os que já partiram, os que aqui estão
e os que ainda virão. Acreditando profundamente que tudo está interligado, a obra de Paloma faz da gentileza, do cuidado com o outro
e do respeito pelo mundo a sua principal bandeira.
Museu dos Biscainhos

Ilustradores
Ilustrados
João Francisco Vilhena
Curadoria: Mafalda Milhões
Naquilo que começou com uma encomenda da Bedeteca de Lisboa
e do seu diretor, João Paulo Cotrim,
em 2000, a que deu o nome de Ilustradores Ilustrados, um ilustrador munido de uma máquina fotográfica fixa as caras (e corpos) de alguns
dos mais eminentes ilustradores portugueses contemporâneos,
em corte diagonal de gerações e notoriedades. Retratista consagrado de escritores, João Francisco Vilhena (Lisboa, 1965) ensaia neste projeto uma plasticidade cénica de rara cumplicidade com os ilustrados. Rara
é também a qualidade da produção, trocando o instantâneo fotojornalístico por laboriosa produção. São viagens ilustradas por mundos ocultos ou assumidos na obra pública e publicada. Há referências eternas e há referências efémeras. Nesta seleção especial, com curadoria de Mafalda Milhões e estreada no Braga em Risco, apresentam-se novos retratos ilustrados, que se juntam aos anteriores. São imagens de um tempo e de um lugar que celebram o triunfo da ilustração editorial portuguesa e de um futuro otimista que o nosso inquietante presente remete para
a gaveta da memória.
Museu da imagem

Vaivém: Laboratório de Intervenções Artísticas
CIRCUITO – BRAGA MEDIA ARTS
Carlo Giovani e
alunos da EB1 de Ruilhe
Criado pelo artista e mediador Carlo Giovani no contexto do projeto Vaivém, através do Circuito — Braga Media Arts, este projeto é uma proposta artístico-educativa centrada na investigação das relações entre crianças, objetos, materiais e tecnologias. Ao longo de quase dois anos, participantes entre os 8 e os
10 anos de idade da EB1 de Ruílhe exploraram tecnologias analógicas obsoletas, como máquinas de escrever, telefones, câmaras, filmadoras e televisores, através de processos de observação, desenho, desmontagem, experimentação e reconfiguração. O projeto valoriza o pensamento processual, a incerteza e as práticas efémeras como formas de produção de sentido e conhecimento, dando origem a experiências em vídeo, áudio, escultura, instalação, performance e objetos cinéticos. Fundamentado numa perspetiva pós-humanista, o Laboratório entende a criatividade como fenómeno relacional, emergente das interações entre humanos, objetos, materiais, máquinas e ambientes.
Museu dos Biscainhos

Quinze Ocasiões para Pedir Desejos na Rua
Maguma
Os desejos podem ser grandes ou pequenos, fugazes ou duradouros, caprichosos, secretos, incompreensíveis ou contagiosos. Mas o melhor dos desejos é que às vezes se concretizam. E que, a cada passo, há uma oportunidade para pedi-los. Limita-te a abrir a porta
(ou a visitar esta exposição) e leva a tua imaginação a passear. Uma exposição que resulta do livro Quince ocasiones para pedir deseos en la calle ilustrado por Maguma (Marcos Guardiola), com texto de Nicolás Schuff, publicado originalmente em Espanha pela Limonero.
Livraria 100ª Página