Cinara tem duas gatas pretas que adoram azeitonas verdes. Vivia em Lisboa, mas deixou a cidade pouco depois de nascer o Nico. Agora vivem todos onde tocam os sinos e a hora do almoço é marcada pela sirene dos bombeiros. Quando não está a cuidar do filho – ou a fazer máquinas de roupa – dedica-se aos filmes, criando adereços de cena que ajudam a dar vida à narrativa, e à ilustração. Nos últimos anos, trabalhou em cerca de 20 produções cinematográficas, algumas das quais internacionais. Na ilustração, conta com dois livros publicados e teve os seus trabalhos expostos em várias Bienais de Ilustração. Em 2023, foi selecionada para o catálogo Iberoamérica Ilustra, promovido pela Feira Internacional do Livro de Guadalajara, representando Portugal. Desde pequena que se enganam no seu nome. Até já lhe chamaram Sayonara – como no filme do Marlon Brando. Embora seja mais amante de tangos em Paris e de elétricos chamados desejo, assim ficou o seu heterónimo: Saiónára.@cinarasaionara